Quando eu tinha vinte anos, há dez anos atrás, a ideia de mosh era diferente, mas hoje o termo mosh engloba o que na altura se chamava Slam ou Slam Dancing, Stage Diving e Crowd Surfing.
O Stage Diving é, tal como o nome indica, um salto do palco para o público. Idealmente o público deve amparar a queda da pessoa que salta, e este salto pode ser seguido de algum tempo de Crowd Surfing.
No Crowd Surfing há uma pessoa que é segura por vários membros do público e fica na horizontal acima das cabeças de quem suporta o surfista, o público deve ir passando essa pessoa para as mãos de outros até se chegar a uma das extremidades do mar de gente ou o surfista querer descer.
O Slam é um tipo de dança em que os dançarinos saltam e correm na direcção uns dos outros, normalmente com os braços flectidos e os cotovelos para fora para proteger o corpo, existe muito contacto físico entre os dançarinos que pode ser doloroso, dependendo do peso e velocidade dos praticantes. A correr e a saltar muda-se de direcção em consonância com a música, normalmente é formado um círculo em que as pessoas na sua orla não estão a moshar, e no centro mosha-se; a excitação de quem entra na roda sobe imediatamente e é uma actividade esgotante, tal como os desportos radicais é viciante.
Embora cada tipo de música possa ter regras específicas, existe um conjunto de regras universalmente aceites pelos praticantes de Slam:
1. Qualquer pessoa é aceite desde que respeite as regras do tipo de música.
2. Se alguém cair, parar imediatamente o mosh para retirar a pessoa da roda.
3. Anéis, pulseiras de bicos e outros objectos salientes não são aceites.
4. Pontapés e socos normalmente não são aceites (depende do tipo de música).
5. Quem está na orla da roda deve proteger quem está fora da roda.
6. Quem está na orla da roda deve deixar sair quem quiser sair.
7. Quem está na orla da roda deve empurrar para o centro da roda quem não quer sair.
Bibliografia: http://en.wikipedia.org/wiki/Mosh_pit
2005/06/23
2005/06/18
Concerto
Ontem fui até ao pavilhão Atlântico para ser empurrado, pisado, molhado de cerveja, ouvir gritos aos ouvidos, saltar até me doerem as pernas, bater palmas até me doerem os braços, sentir o cheiro a suor de desconhecidos, gritar até ficar rouco e sair de lá quase surdo.
E paguei...
Mas vim para casa com um sorriso nos lábios e uma sensação de bem estar como não sentia há algum tempo. Agora que penso nisso, talvez fosse dos cigarros caseiros que toda a gente fumava...
Várias dezenas de milhar de pessoas foram comigo, todos aguardámos tranquilamente que os mestres chegassem ao palco para o seu número de magia. Com os seus instrumentos musicais conseguiram levar-nos a ter estes comportamentos estranhos e a suportar coisas que noutra situação consedaríamos intoleráveis, quando chegaram ao palco e começaram a fazer magia com os sons toda a audiência prestou tributo aos respeitáveis, e britânicos, membros do panteão do Heavy Metal:
Iron Maiden.
Nota:
Apreciei bastante o raspanete que o vocalista deu a algumas pessoas que começaram a "moshar" e acabaram por magoar uns incautos, se todos os músicos tivessem esse sentido de responsabilidade...
Nota 2:
Estou sempre pronto para o Mosh, mas sem magoar ninguém.
E paguei...
Mas vim para casa com um sorriso nos lábios e uma sensação de bem estar como não sentia há algum tempo. Agora que penso nisso, talvez fosse dos cigarros caseiros que toda a gente fumava...
Várias dezenas de milhar de pessoas foram comigo, todos aguardámos tranquilamente que os mestres chegassem ao palco para o seu número de magia. Com os seus instrumentos musicais conseguiram levar-nos a ter estes comportamentos estranhos e a suportar coisas que noutra situação consedaríamos intoleráveis, quando chegaram ao palco e começaram a fazer magia com os sons toda a audiência prestou tributo aos respeitáveis, e britânicos, membros do panteão do Heavy Metal:
Iron Maiden.
Nota:
Apreciei bastante o raspanete que o vocalista deu a algumas pessoas que começaram a "moshar" e acabaram por magoar uns incautos, se todos os músicos tivessem esse sentido de responsabilidade...
Nota 2:
Estou sempre pronto para o Mosh, mas sem magoar ninguém.
2005/06/14
Filosofia Budista II
"(...)modificar a mente(...)"
Sendo a nossa mente composta por vários pensamentos que são influenciados por ideias armazenadas na nossa memória, e tendo este pensamentos influência no nosso comportamento, para obter mudanças no nosso comportamento devemos modificar a nossa mente.
Devido ao nosso passado pessoal recebemos pensamentos do nosso inconsciente que podem ser negativo para nós e para outros, como o ódio, a sexualidade distorcida ou pensamentos violentos, esses pensamentos podem instalar-se na nossa mente e exercer grande pressão sobre a nossa consciência.
Devemos ser capazes de "limpar" a nossa mente a cada momento, retirando de lá todos os pensamentos negativos para nós ou para outros.
Por vezes há resistência a esta mudança usando como desculpa a ideia de que "eu sou sim", nada mais ilusório. Se tentarmos encontramo-nos o mais provável e não encontrar nada, porque nós não somos seres constantes e imutáveis, as nossas ideias mudam com o tempo. Podemos encontrar alguém que seja igual ao que já fomos, com as mesmas características e defeitos, e não sermos capazes de a suportar. O "eu" está em permanente mutação, a ilusão de uma identidade é um dos obstáculos à modificação, para melhor, da mente.
Sendo a nossa mente composta por vários pensamentos que são influenciados por ideias armazenadas na nossa memória, e tendo este pensamentos influência no nosso comportamento, para obter mudanças no nosso comportamento devemos modificar a nossa mente.
Devido ao nosso passado pessoal recebemos pensamentos do nosso inconsciente que podem ser negativo para nós e para outros, como o ódio, a sexualidade distorcida ou pensamentos violentos, esses pensamentos podem instalar-se na nossa mente e exercer grande pressão sobre a nossa consciência.
Devemos ser capazes de "limpar" a nossa mente a cada momento, retirando de lá todos os pensamentos negativos para nós ou para outros.
Por vezes há resistência a esta mudança usando como desculpa a ideia de que "eu sou sim", nada mais ilusório. Se tentarmos encontramo-nos o mais provável e não encontrar nada, porque nós não somos seres constantes e imutáveis, as nossas ideias mudam com o tempo. Podemos encontrar alguém que seja igual ao que já fomos, com as mesmas características e defeitos, e não sermos capazes de a suportar. O "eu" está em permanente mutação, a ilusão de uma identidade é um dos obstáculos à modificação, para melhor, da mente.
2005/06/06
Período de seca
Este Blog está a passar por um período de seca.
Imenso trabalho e um computador comatoso impedem-me de escrever.
A ver se chove...
Imenso trabalho e um computador comatoso impedem-me de escrever.
A ver se chove...
2005/05/27
Filosofia Budista
"Se notarmos que, em resultado da prática [do Dharma], conseguimos modificar a mente e dominar algumas das mais grosseiras nanifestaçõs das ilusões, tal como a ira, o ódio, a ignorância e o desejo, trata-se realmente de uma grande conquista."
Dalai Lama, O Caminho para a Libertação, Temas & Debates, 2001.
Esta frase contém algumas das ideias que me atraem na filosofia Budista. Depois pretendo explorar cada uma das ideias de uma forma mais profunda, para já fica a frase.
Dalai Lama, O Caminho para a Libertação, Temas & Debates, 2001.
Esta frase contém algumas das ideias que me atraem na filosofia Budista. Depois pretendo explorar cada uma das ideias de uma forma mais profunda, para já fica a frase.
2005/05/14
Asas
Hoje cresceram,
belas e harmoniosas,
Nas costas
Duas asas surgiram.
A mente limpou-se
e vindas de cima,
sem se sujarem na alma,
concretizaram-se.
Usei-as para voar.
Deixei de ser marioneta,
voei acima do mestre
e vi sem pensamentos.
A luz libertou
e limpou,
mas foi o som
que modificou.
Reprodução proibida sem autorização (isto fica sempre bem na Internet)
Rui Sousa, Dezembro de 2004
Escrito a ouvir Master of Puppets de Metallica
belas e harmoniosas,
Nas costas
Duas asas surgiram.
A mente limpou-se
e vindas de cima,
sem se sujarem na alma,
concretizaram-se.
Usei-as para voar.
Deixei de ser marioneta,
voei acima do mestre
e vi sem pensamentos.
A luz libertou
e limpou,
mas foi o som
que modificou.
Reprodução proibida sem autorização (isto fica sempre bem na Internet)
Rui Sousa, Dezembro de 2004
Escrito a ouvir Master of Puppets de Metallica
2005/05/13
The Hives
Só agora ouvi The Hives mas adorei.
O último disco deles "Tyrannosaurus Hives" está porreiro, não é genial, mas ouve-se bem.
O Rock continua vivo e recomenda-se.
O último disco deles "Tyrannosaurus Hives" está porreiro, não é genial, mas ouve-se bem.
O Rock continua vivo e recomenda-se.
2005/05/12
Gotta Kill Captain Stupid
"Ah damn, we got a lot of stupid people
Doing a lot of stupid things
Thinking a lot of stupid thoughts
And if you want to see one
Just look in the mirror
Gotta kill captain stupid, can’t you see him
Today we start the new way, we’re suicidal
Gotta kill the old way, we’ll make it better
Won’t you join our mission, don’t be stupid
Got to kill captain stupid
Got to kill captain stupid
Brothers killing brothers, what up with that?
Can’t you see they’re laughing, that ain’t funny
Babies making babies, that ain’t love
You just got screwed over, get some respect
Chorus
Got to kill captain stupid
Got to kill captain stupid
And I don’t understand why
People be bringin’ captain stupid in their lives
Treating him like a superhero
Glorifying him when he ain’t nothing but a superpunk
And you see, you’re the one who’s gonna have to stop him
’cause you7re the one that started him
Oh, what’s that?
So now you say life sucks
Well, ninety-nine percent of it’s
What you make of it...
So if your life sucks, you suck
What’s that crap you’re smoking, playing the fool
Waste your life for nothing, when you’re something
What the hell you thinking, mind pollution
Got to get back control, it’s your life fool
What’s that now?
Ah, so you’re scared to do something about it
Well, you better be scared not to do something about it
’cause if you don’t kill captain stupid
Captain stupid gonna kill you
Got to kill captain stupid-fool"
Gotta Kill Captain Stupid de Suicidal Tendencies
Doing a lot of stupid things
Thinking a lot of stupid thoughts
And if you want to see one
Just look in the mirror
Gotta kill captain stupid, can’t you see him
Today we start the new way, we’re suicidal
Gotta kill the old way, we’ll make it better
Won’t you join our mission, don’t be stupid
Got to kill captain stupid
Got to kill captain stupid
Brothers killing brothers, what up with that?
Can’t you see they’re laughing, that ain’t funny
Babies making babies, that ain’t love
You just got screwed over, get some respect
Chorus
Got to kill captain stupid
Got to kill captain stupid
And I don’t understand why
People be bringin’ captain stupid in their lives
Treating him like a superhero
Glorifying him when he ain’t nothing but a superpunk
And you see, you’re the one who’s gonna have to stop him
’cause you7re the one that started him
Oh, what’s that?
So now you say life sucks
Well, ninety-nine percent of it’s
What you make of it...
So if your life sucks, you suck
What’s that crap you’re smoking, playing the fool
Waste your life for nothing, when you’re something
What the hell you thinking, mind pollution
Got to get back control, it’s your life fool
What’s that now?
Ah, so you’re scared to do something about it
Well, you better be scared not to do something about it
’cause if you don’t kill captain stupid
Captain stupid gonna kill you
Got to kill captain stupid-fool"
Gotta Kill Captain Stupid de Suicidal Tendencies
2005/05/09
Comunicação segura na antiguidade
As comunicações que César estabelecia com os seus homens de confiança poderia ser fulcral para o sucesso das campanhas, se contra os Gauleses, Bretões e Germanos a probabilidade de o inimigo compreender o latim escrito fosse baixa, o mesmo não era verdade durante a guerra civil que opôs César a Pompeio e depois a Catão.
Segundo Suetónio escreveu Júlio César cifrava as suas mensagens com um método que ficou conhecido como “Cifra de César".
Em que consiste esta cifra?
Se atribuirmos um índice numérico a cada letra do alfabeto (a=1, b=2, etc.), e se somarmos um valor a cada um dos índices das letras de uma palavra, obtemos uma palavra cifrada. O valor que é adicionado a cada um dos índices é a chave para cifrar e decifrar.
Exemplo:
Palavra a cifrar: Júlio
Chave: 3
Palavra cifrada: nzomr
Embora este método seja falível, bastam 26 tentativas para encontrar a chave e obter o texto decifrado, na época é provável que tivesse tido bastante êxito. Nem todos os inimigos de César eram letrados, e mesmo os que o eram teriam alguma dificuldade em perceber que o texto estava cifrado, para isso teriam que saber o que é uma cifra e como a utilizar.
Segundo Suetónio escreveu Júlio César cifrava as suas mensagens com um método que ficou conhecido como “Cifra de César".
Em que consiste esta cifra?
Se atribuirmos um índice numérico a cada letra do alfabeto (a=1, b=2, etc.), e se somarmos um valor a cada um dos índices das letras de uma palavra, obtemos uma palavra cifrada. O valor que é adicionado a cada um dos índices é a chave para cifrar e decifrar.
Exemplo:
Palavra a cifrar: Júlio
Chave: 3
Palavra cifrada: nzomr
Embora este método seja falível, bastam 26 tentativas para encontrar a chave e obter o texto decifrado, na época é provável que tivesse tido bastante êxito. Nem todos os inimigos de César eram letrados, e mesmo os que o eram teriam alguma dificuldade em perceber que o texto estava cifrado, para isso teriam que saber o que é uma cifra e como a utilizar.
2005/05/03
2005/05/01
Já não sou Míope!!!
Fiz uma cirurgia de correcção da míopia, com laser, no dia 28.
Hoje já vejo perfeitamente.
Como uso óculos desde os 7 anos não me lembro de alguma vez ter visto tão bem, nem com óculos via como vejo hoje.
Hoje já vejo perfeitamente.
Como uso óculos desde os 7 anos não me lembro de alguma vez ter visto tão bem, nem com óculos via como vejo hoje.
2005/04/22
Rússia tenta resistir ao avanço do império americano
A rússia continua a tentar proteger as suas fronteiras dos avanços americanos, aliando-se a regimes autoritários e expansionistas como o da Síria.
A venda de mísseis terra-ar para proteger o espaço aéreo da Síria num momento em que os EUA fornecem novos caças a Israel, além de pressionarem fortemente a Síria para haverem mudanças políticas, é mais um movimento num jogo de poder que nunca deixou de existir.
Al Jazeera
A venda de mísseis terra-ar para proteger o espaço aéreo da Síria num momento em que os EUA fornecem novos caças a Israel, além de pressionarem fortemente a Síria para haverem mudanças políticas, é mais um movimento num jogo de poder que nunca deixou de existir.
Al Jazeera
2005/04/19
Na minha mesa de cabeceira
Acabei de ler "O Jardim da Delícias" de João Aguiar, Edições ASA, 2005.
É o quarto texto de João Aguiar que leio, antes li as suas obras passadas na época de Viriato e Sertório. Todos eles nos levam para longe no tempo, mas fisicamente perto pois a narrativa localiza-se no espaço físico de Portugal. A diferença deste livro em relação aos outros é que o espaço temporal é futuro em vez de passado.
O autor apresenta uma visão céptica do futuro da União Europeia, um vislumbre de um futuro possível em que as nações e os estados da Europa perdem importância dentro da “Federação” dominada por poderes económicos. Nesse cenário a transformação da União Europeia numa plutocracia centralista leva ao surgimento de movimentos “integristas” que defendem o regresso de autoridade aos estados, nessa altura chamados de “regiões”.
Tudo acaba mal com um conflito generalizado entre “integristas” e “Federação”, com o personagem principal, um jornalista que se alimenta de álcool, a ficar no meio criticando ambas partes do conflito.
Interessante o conceito de “equilíbrio dinâmico” que o autor apresenta como alternativa ao movimento pendular que as sociedades humanas tendem a efectuar entre o autoritarismo e a anarquia.
É o quarto texto de João Aguiar que leio, antes li as suas obras passadas na época de Viriato e Sertório. Todos eles nos levam para longe no tempo, mas fisicamente perto pois a narrativa localiza-se no espaço físico de Portugal. A diferença deste livro em relação aos outros é que o espaço temporal é futuro em vez de passado.
O autor apresenta uma visão céptica do futuro da União Europeia, um vislumbre de um futuro possível em que as nações e os estados da Europa perdem importância dentro da “Federação” dominada por poderes económicos. Nesse cenário a transformação da União Europeia numa plutocracia centralista leva ao surgimento de movimentos “integristas” que defendem o regresso de autoridade aos estados, nessa altura chamados de “regiões”.
Tudo acaba mal com um conflito generalizado entre “integristas” e “Federação”, com o personagem principal, um jornalista que se alimenta de álcool, a ficar no meio criticando ambas partes do conflito.
Interessante o conceito de “equilíbrio dinâmico” que o autor apresenta como alternativa ao movimento pendular que as sociedades humanas tendem a efectuar entre o autoritarismo e a anarquia.
2005/04/15
Modelismo estático (V)
Para pintar a albarda não podia usar directamente a cor de aço, este personagem não teria grande cuidado com a manutenção das armas, misturei um pouco de carmim e de castanho para dar um aspecto enferrujado à lâmina.
Para o gume usei a cor de aço sem misturas, porque a besta poderia não ter cuidado com a arma, mas esta teria sempre que estar funcional, i.e., afiada. Ainda pensei em pintar alguns vestígios de sangue na lâmina, mas depois desisti...
As peça de bronze têm duas cores diferentes, juntei um pouco de preto à cor bronze e usei essa mistura como cor base. Os brilhos são cor bronze sem misturas, as sombras são preto que pintem antes de aplicar a cor base, como a tinta estava diluída continua a notar-se diferença.
Na fivela a diferença de brilho que se nota entre a parte de cima e a parte de baixo é artificial, não é só o reflexo do flash da máquina, a parte de cima tem a cor bronze sem mistura que não está na parte de baixo da fivela.

Alguns metais
Posted by Hello
Para o gume usei a cor de aço sem misturas, porque a besta poderia não ter cuidado com a arma, mas esta teria sempre que estar funcional, i.e., afiada. Ainda pensei em pintar alguns vestígios de sangue na lâmina, mas depois desisti...
As peça de bronze têm duas cores diferentes, juntei um pouco de preto à cor bronze e usei essa mistura como cor base. Os brilhos são cor bronze sem misturas, as sombras são preto que pintem antes de aplicar a cor base, como a tinta estava diluída continua a notar-se diferença.
Na fivela a diferença de brilho que se nota entre a parte de cima e a parte de baixo é artificial, não é só o reflexo do flash da máquina, a parte de cima tem a cor bronze sem mistura que não está na parte de baixo da fivela.

Alguns metais
Posted by Hello
2005/04/14
2005/04/12
2005/04/08
*Informatiquês
No campo semântico da Informática há uma grande dificuldade em traduzir para a língua portuguesa expressões oriundas da língua que domina esta área, o inglês.
Os informáticos têm, normalmente, um domínio da língua portuguesa limitado, a sua formação académica não dá grande importância ao desenvolvimento de competências linguísticas, sentem-se desconfortáveis ao escrever documentos que vão ser lidos por várias pessoas e refugiam-se nos anglicismos para compensar a dificuldade que têm na sua língua materna. Ou pelo menos esta é a opinião que os linguistas têm dos informáticos, mas há alguns pormenores dignos de menção e que pesam na defesa dos técnicos de informática.
Quando se elabora um texto quer-se que ele seja lido e, mais importante, que seja compreendido. Se um informático não utilizar palavras como hardware, software, cluster ou web num texto destinado a outros informáticos, o mais provável é que a comunicação falhe. Traduzir hardware por “suporte físico” ou software por “suporte lógico” ou web por “teia” num meio técnico onde todos os interlocutores são especialistas é criar ruído que impede a comunicação.
Até certo ponto é justificável esta utilização de termos emprestados do inglês, mas há outras utilizações que são desnecessárias, por exemplo printer, screen ou board, e são facilmente evitáveis sem recorrer a expressões estranhas aos destinatários da comunicação.
Menos justificáveis são as traduções desnecessárias, como já exemplifiquei com o verbo *modelizar, que se sobrepõem a palavras já existente em português. Num exemplo muito comum surgiram os verbos *encriptar e *desencriptar, a partir do inglês to encrypt e to decrypt; e a palavra *encriptação que surge da tradução de encryption. Em vez *encriptar devemos usar o verbo “cifrar”, em vez de *desencriptar devemos usar o verbo “decifrar” e em vez de *encriptação devemos usar “cifração”.
Os informáticos têm, normalmente, um domínio da língua portuguesa limitado, a sua formação académica não dá grande importância ao desenvolvimento de competências linguísticas, sentem-se desconfortáveis ao escrever documentos que vão ser lidos por várias pessoas e refugiam-se nos anglicismos para compensar a dificuldade que têm na sua língua materna. Ou pelo menos esta é a opinião que os linguistas têm dos informáticos, mas há alguns pormenores dignos de menção e que pesam na defesa dos técnicos de informática.
Quando se elabora um texto quer-se que ele seja lido e, mais importante, que seja compreendido. Se um informático não utilizar palavras como hardware, software, cluster ou web num texto destinado a outros informáticos, o mais provável é que a comunicação falhe. Traduzir hardware por “suporte físico” ou software por “suporte lógico” ou web por “teia” num meio técnico onde todos os interlocutores são especialistas é criar ruído que impede a comunicação.
Até certo ponto é justificável esta utilização de termos emprestados do inglês, mas há outras utilizações que são desnecessárias, por exemplo printer, screen ou board, e são facilmente evitáveis sem recorrer a expressões estranhas aos destinatários da comunicação.
Menos justificáveis são as traduções desnecessárias, como já exemplifiquei com o verbo *modelizar, que se sobrepõem a palavras já existente em português. Num exemplo muito comum surgiram os verbos *encriptar e *desencriptar, a partir do inglês to encrypt e to decrypt; e a palavra *encriptação que surge da tradução de encryption. Em vez *encriptar devemos usar o verbo “cifrar”, em vez de *desencriptar devemos usar o verbo “decifrar” e em vez de *encriptação devemos usar “cifração”.
2005/04/07
2005/04/04
Modelismo estático (IV)
Com a segunda cor de pelagem e mais qualquer coisa já começa a parecer-se com alguma coisa. Ainda falta dar as sombras e os brilho.

Cor base da pelagem clara.
Posted by Hello

Cor base da pelagem clara.
Posted by Hello
2005/04/02
Modelismo estático (III)
Aqui vê-se o resultado de uma experiência falhada, tentei pintar as sombras antes das cores base com o intuito de colocar camadas finas de tinta da cor base de forma a deixar ver as sombras por debaixo. Aqui podemos ver as sombras sobre o primário, ainda só com a cor base castanho escuro, mas nas próximas fotografias veremos que aquilo que me pareceu uma boa ideia não deu grandes resultados.
O brilho do castanho escuro deve-se à secagem incompleta da tinta, a ideia é que a miniatura tenha um aspecto realista, não é que pareça ter sido mergulhada num frasco de verniz.

Base do pelo escuro
Posted by Hello
O brilho do castanho escuro deve-se à secagem incompleta da tinta, a ideia é que a miniatura tenha um aspecto realista, não é que pareça ter sido mergulhada num frasco de verniz.

Base do pelo escuro
Posted by Hello
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